Finalmente, aprendendo a decidir cuidar do futuro no presente (os números comprovam, estamos conseguindo!)

Certa vez Mahatma Gandhi disse que o futuro depende do que fazemos no presente. E os brasileiros estão entendendo que essa mentalidade também vale para pensar na organização financeira.
Talvez seja isso o que realmente promove mudanças reais na vida das pessoas, que afete seus comportamentos:
Saber que o se ganha e o que se perde amanhã é um eco do que se escolhe e o que se renuncia hoje.
Estamos deixando de tratar o seguro de vida como assunto para depois do casamento, depois da promoção, depois da formatura dos filhos, depois da aposentadoria… e os dados refletem essa direção.
Em termos nominais, o seguro de vida cresceu 10,9% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior. Tirando os dedos da inflação, o crescimento real foi de 5,70%.
Não à toa, já que os números também evidenciam um mercado próspero:
Só o segmento de Seguro de Pessoas como um todo movimentou quase R$42 bilhões em prêmios entre janeiro e junho. Vida Individual é Vida Coletivo, juntos, já responderam por 48% de tudo que foi arrecadado no período. E isso corresponde a quase metade do setor inteiro.
Sendo assim, faço minhas as palavras de Gustavo Zanon, CEO da Seguralta: nosso desafio não é convencer que o risco existe, as pessoas já entendem isso.
Nosso compromisso tem sido fazer com que o seguro de vida não seja o “quando der tempo” das pessoas.
Que ele faça tanto sentido como urgência quanto o orçamento, a reserva e o planejamento fazem. Não na lógica do medo, mas de entender que faz sentido estar protegido.
E, vejam os dados, estamos conseguindo!



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