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Se você já sabe o que quer, a resposta para o  “como” não pode ser qualquer caminho.

  • Foto do escritor: Carolina Amorim
    Carolina Amorim
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Quando você pensa em conquistar algo de valor, qual é o seu primeiro passo? 


Já conhece todas as formas possíveis de chegar até aquele bem? Ou o impulso é mais forte do que a escolha de planejar?


Faço essas perguntas quase toda a semana para clientes com objetivos diferentes. Mas o meu intuito é sempre o mesmo. Preciso saber se aquela pessoa, por mais clara que seja a sua  aspiração, conhece as rotas que pode tomar. Das opções que estão à sua disposição.

 

Na maioria das vezes, a resposta aponta para a segunda opção. Quem chega com martelo batido pelo financiamento já vem munido dos argumentos que favorecem a sua urgência. Quer sair da reunião com a caneta em uma mão e o dinheiro na outra para efetuar a compra. E eu entendo, afinal, parece ser uma resolução rápida.


No entanto, não é incomum que eu veja o arrependimento do pós compra em situações como essa. E ele não demora a chegar. 


Não ter conhecido e comparado alternativas trás uma sensação de que poderia ter sido mais vantajoso (e até mesmo, mais prazeroso), ter visto a paciência como uma estratégia. 


Por isso, gosto de pensar no meu trabalho não como o de uma vendedora, como alguém que vai negociar algo com você e tomar caminhos opostos na próxima esquina. 


Tenho apreço por acompanhar uma ideia (ou a visão de anos atrás), chegar ainda imatura, passar pelas possibilidades e se tornar algo real na vida dos clientes.


 E sei que podemos fazer isso acontecer sem o “juros altos” do “era melhor ter feito isso de outra forma”.


No fim das contas, quem tem um objetivo claro não pode se enveredar por qualquer caminho, não é?

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