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Título: 8% de crescimento em 2026: veja como corretores podem lucrar com expansão do mercado de seguros ?
O setor de seguros no Brasil projeta um crescimento nominal de 8% para esse ano de 2026, mesmo desconsiderando o segmento de previdência. E, para qualquer assessor de investimentos ou consultor financeiro, este dado não é apenas estatística. É a confirmação de uma das maiores avenidas de receita recorrente disponíveis no mercado atual. Porém, existe um abismo muito grande entre saber que o mercado pode crescer e entre conseguir, concretamente, converter oportunidade em lucro.

Carolina Amorim
4 de ago.2 min de leitura


Anos no mercado financeiro me ensinaram uma verdade desconfortável: acumular recursos não é o suficiente
O exemplo que mais uso em conversas com potenciais parceiros é o dos jogadores de futebol.
Carreiras de alta performance, ascensão rápida, e fragilizadas por um único incidente. Uma lesão física muda tudo. O que vejo, na prática, é o foco no ganho imediato: aquisição de bens que exalam ostentação, sem estratégia nenhuma para construir patrimônio.

Alessandra Bussab
21 de jul.2 min de leitura


Tem gente de 26 anos comprando seguro de vida. E não é por causa de filho nenhum.
Existe um tipo de mudança de mercado que não chega com aviso. Ela chega como uma exceção esquisita. Aquele cliente fora do perfil que ninguém sabe muito bem explicar, que o corretor comenta no grupo achando engraçado, que a gente registra como caso isolado e segue a vida. Até que a exceção vira a maior parte da carteira.

Carolina Amorim
16 de jul.4 min de leitura


As pernas seguradas de Cristiano Ronaldo e a lição que vale para quem não é craque
Estimada em torno de 100 milhões de euros, a apólice que protegeu o ativo mais valioso do jogador ilustra um princípio que especialistas dizem servir para qualquer pessoa: a renda também pode, e deve, ser protegida.

Alessandra Bussab
30 de jun.4 min de leitura


Quebrando Tabus: Seguro de vida não é sobre morte e sim sobre continuidade.
Existe um erro estrutural na forma como o brasileiro enxerga seguro de vida. A percepção comum ainda associa esse tipo de proteção a um evento extremo, distante, quase evitado no pensamento. Mas, na prática, o seguro de vida não tem relação com o fim. Ele tem relação com o que continua depois. Hoje, no Brasil, mais de 80% das famílias dependem de uma única fonte de renda. Isso significa que toda a estrutura de vida, moradia, educação, alimentação, padrão de consumo, está sust

Carolina Amorim
12 de jun.2 min de leitura
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