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Benefício deixou de ser despesa. Virou variável de competitividade.
Benefícios corporativos, em especial o plano de saúde, deixaram de ser uma linha defensiva no orçamento. Passaram a ser variável competitiva direta. E, como toda variável competitiva, exigem governança, não apenas pagamento.

Ingrid Rodrigues
12 de jun.4 min de leitura
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